Duas janelas inchadas,
Agora bem abertas,
Teimam em continuar molhadas,
Mesmo com o vento quente
E o sol luminoso
Que ilumina o nosso dia...
Janelas de cortinas brancas
Com o seu centro enegrecido
Que após tantas lavagens
Continuam obscurecidas
Pela mágoa e desgosto
de não serem compreendidas!
Manchadas por marcas,
Espontâneas ou provocadas,
Que a vida depositou
Sem mágoa nem piedade
Naquele ser obscuro
Que vive dentro de nós
E teima em ser conhecido
Como destino de todos nós!
Agora bem abertas,
Teimam em continuar molhadas,
Mesmo com o vento quente
E o sol luminoso
Que ilumina o nosso dia...
Janelas de cortinas brancas
Com o seu centro enegrecido
Que após tantas lavagens
Continuam obscurecidas
Pela mágoa e desgosto
de não serem compreendidas!
Manchadas por marcas,
Espontâneas ou provocadas,
Que a vida depositou
Sem mágoa nem piedade
Naquele ser obscuro
Que vive dentro de nós
E teima em ser conhecido
Como destino de todos nós!
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